Playlist: All Alone e novas fases

5 de novembro de 2015


Well done, bitches. Tentei dar uma reformada no blog e ficou na mesma. Sad but true. Retornei de vez para cá e pretendo postar os livros porque -enfim- os terminei (comemorando)
Tive mudanças totalmente bruscas em minha vida desde abril.

Começando, a vida de adulto não é legal. Odiosa. Trabalhosa. Porque tem que trabalhar, óbvio. Primeiro comecei em um emprego de confeiteira e como eu era iniciante não foi nada fácil me manter lá. Haviam pessoas mais novas que eu onde manjavam completamente do serviço tanto em produção quanto na rapidez e lá ficava eu, parada na minha pequena quantidade correndo o risco de ser substituída. Mas a prática leva a perfeição e consegui atingir meu ponto, quando achei que estava livre veio outra surpresa: a confeitaria iria acabar porque a dona do buffet havia comprado máquinas que substituíam nossa mão de obra.
É, não foi nada legal.
Nesse dia não dormi, fui nos dias seguintes cumprir o aviso com algo engasgado na garganta e era a raiva. Tenho o direito de sentir raiva por ser substituída por algo que não tem a sensibilidade de rechear um salgado ou de confeitar um doce. Não contei para ninguém mas fiquei triste. Me senti uma pessoa derrotada. E quem não se sentiria, certo?
Como se não bastasse eu ficar desempregada, surgiram os problemas na faculdade. Reprovei em três matérias por bobeira, eu sei que poderia ter me dedicado mais, e não o fiz. Estava exausta da faculdade, exausta da minha vida, exausta de ficar em casa odiando o mundo e meu corpo, simplesmente me apaguei de tudo. Grande erro. Reprovei como se eu fosse uma criancinha amadora que não sabe estudar. Eu sei estudar, eu tenho meus orgulhos e isso se aplica aos estudos. Mas me deixei levar pela preguiça de viver. EU ESTAVA CANSADA DE MIM!
Corri contra o tempo, paguei as provas com o dinheiro que não tinha (de economias) para tirar do bolso do meu pai e simplesmente voltei a pesquisar o que faltava para tomar vergonha na cara e continuar com a faculdade. Fiz uma prova apenas, desliguei-me da Priscila por completo. E passei a escutar música até estressar quem andava comigo. E fiquei sozinha.
Sem amigos.
Apenas eu e meus vícios.

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