O Legado de Edgar Allan Poe

12 de julho de 2017

Reprodução: algum lugar do Google,
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Olár humanos. Antes de começar a falar pelos cotovelos quero anunciar que tomei vergonha na cara e parei de alto me sabotar em relação aos contos/livros escritos pela anta escritora que vos fala. Tem uns meses que eu estava organizando aquela bagunça marota nos rascunhos e agora digo que voltarei a postá-los naquele perfil do Wattpad que usava só para guardar o user. Perdoem minha pirraça com isso e não desistam de mim. Enfim, na postagem de hoje eu venho encher o saco falar um poucos do autor responsável pelo meu amor a leitura e, sem muitas surpresas, é Edgar Allan Poe, dito cujo que fortaleceu meu amor pelo medo oculto na leitura. Foi por isso que larguei o falecido Orelha do seu Gogh, quando conheci as obras do sor Poe simplesmente coloquei na cabeça que necessitava de um cantinho tão solitário quanto o voo de uma ave preta vinda das trevas infernais. Então, do lúgubre inverno de Outubro do ano de 2014 nasceu o Disse o Corvo, um lugar onde suas insanidades são tratadas com carinho.
Como deixei passar batido o aniversário do meu autor favorito, venho na intenção de redimir-me com essa postagem já que cometi esse pecado contra a palavra dele. Só para vocês terem noção sobre a importância deste humilde homem no impacto da literatura: a estrutura do conto, como se conhece e se produz hoje em dia, foi inteiramente pensada por Poe. Ficaram curiosos? Espero que sim, é só continuar rolando a página para saber um pouco sobre O Legado de Edgar Allan Poe. Tirem o sapato para entrar, fiquem a vontade.

Fome Come: Yakissoba Facinho em 2 receitas

27 de junho de 2017

Reprodução: Insta @disseocorvo
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Olár humanos. Olha só quem está vindo tirar os morcegos do blog? Perdoem-me o sumiço todo porque retomei minhas atividades como confeiteira e empreguete da minha mãe e o tempo encurtou. Teve dedo do bloqueio criativo e da procrastinação também. Não, não é frescura já que os posts aqui no Disse o Corvo funcionam diferente. Como não faço resenha de produto de beleza e tampouco falo de moda, EU PRECISO DA MINHA CRIATIVIDADE PARA CRIAR CONTEÚDO. Quem é movido ao processo criativo sabe como um bloqueio atrapalha na hora de montar alguma coisa. E não me venham com esse papinho de ser igual aos outros porque isso me irrita mais que o termo gótico suave — porque essa caralha bagaça não existe.
Ser igual aos outros nunca esteve na minha essência, a primeira impressão que muitos tem é que sou estranhamente esquisita, então normalidade não é meu forte, certo? E por que diabos seria diferente com meu blog? A ideia do Disse o Corvo é e sempre será a liberdade em ser o que é, é soltar os segredos mais profundos, é mostrar que o bizarro pode ser bonito se olhado com carinho, é poder falar o que fica guardado lá no fundo sem parecer banal. Não quero "cópias". Quem fala que bloqueio criativo é drama pode substituir essas palavras esdruxulas por calarem a boca para não piorarem a situação, por exemplo.
Anyway, como anda gostosamente frio aqui em Sampa resolvi tirar a raba bunda da cama e ir fazer algo para comer já não posso ficar usando iFood pelo resto da vida. O jeito foi sair da minha cripta? Foi, sad but true. Mesmo não sendo amante de legumes e afins, tô sendo obrigada a comer isso por motivos de saúde, ainda mais agora que prometi que ia mudar meus hábitos alimentares em 2017. Nada melhor que yakissoba nessas horas. Claro que tem mil e um jeito de fazer esse prato milenar mas brasileiro que é brasileiro gosta de misturar tudo então aqui vai ter carne humana com frango e até os que dá para fazer com miojo então aquietem o fogo porque é hoje que os Zé Preguiça da vida irão aprender a fazer essa delicinha.

ESCUTE ENQUANTO COZINHA


Escutem essa song porque raras são as vezes que o Tutu Holopainen deixa o Marco fazer solo na banda.